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Perguntas Frequentes
O uso do fio dentário não provoca o sangramento gengival, isto ocorre devido ao estado inflamatório em que se encontram os tecidos, resultado do acúmulo de bactérias e tártaro, deixando a gengiva avermelhada e inchada. Essa inflação é chamada de gengivite. Ausência de sangramento e uma coloração rosada são sinais de uma gengiva saudável. Quanto mais frequente for o uso do fio dental, menor será a possibilidade de ocorrer sangramento gengival.
O mais indicado é evitar a evolução deste processo através de uma higiene oral adequada (escovação e fio dentário), limpezas profissionais frequentes e remoção de excessos de restaurações, que também irritam a gengiva.
A retração é o deslocamento da gengiva que provoca a exposição da raiz do dente. Ela pode ser causada por diversos fatores, os mais comuns são: fricção exagerada com a escova, movimentação ortodôntica, inflamação da gengiva causada pela placa bacteriana, posição alta dos freios labiais, pouca espessura do osso que recobre a raiz dos dentes, entre outros.
Isto ocorre devido a exposição da raiz. A camada que reveste a superfície radicular, o cemento, “desaparece”, deixando a dentina exposta. A dentina é formada por canalículos que apresentam terminações nervosas, aumentando assim a sensibilidade. Uma boa dica é o uso de bochechos com solução fluoretada.
Sim, através de técnicas cirúrgicas estéticas, como por exemplo o enxerto mucogengival, onde é removido uma parte do tecido do palato e recolocado na região da retração.
Não. Os dentes podem ter resposta dolorosa a qualquer estímulo fora do normal: frio e calor intensos, doce e salgado. Esses sintomas são observados em dentes cariados, em dentes com colo exposto (retração da gengiva) e em dentes submetidos a carga intensa (durante a mastigação). Nesses casos, removendo-se a causa, cessa a sensibilidade.
O tratamento tem 3 etapas:
a) abertura do dente;
b) preparação dos canais das raízes;
c) preenchimento das raízes.
Com o dente devidamente anestesiado não é doloroso. Poderá sentir algum desconforto durante dois a quatro dias.
Designam-se por inclusos os dentes que não chegam a surgir. A falta de espaço na arcada dentária é o principal motivo para a não erupção de um dente. A constante pressão causada pela tentativa de erupção pode originar diversos problemas como a destruição dos dentes vizinhos, inflamação, dor e apinhamento. Por serem os últimos a nascer, os sisos são os dentes que mais frequentemente permanecem inclusos.
Os tratamentos mais frequentes são os branqueamentos, soluções ortodonticas para melhorar a posição dos dentes, a colocação de capas de compósito e de porcelana para melhorar o formato e a cor dos dentes e correção das gengivas quer cobrindo raízes como reduzindo o seu volume.
Apesar de serem dentes temporários, a conservação dos dentes decíduos (vulgarmente designados de “dentes de leite”) é importante na mastigação dos alimentos nos primeiros anos de vida da criança e durante o desenvolvimento da fala, contribuindo para uma soletração correta das palavras.
Na consulta de Odontopediatria realizam-se tratamentos preventivos tais como:
– Ensinos de higiene oral;
– Aplicação tópica de fluoretos;
– Aplicação de selantes de fissura;
– Avaliação de risco de cárie;
– Ortodontia interceptiva (fundamental para o desenvolvimento harmonioso oclusal e estético da criança).
Mas também tratamentos curativos como:
– Cárie dentária;
– Gengivite;
– Procedimentos clínicos em casos de traumatismos dentários.
São resinas que se aplicam na parte mastigatória dos dentes molares para os isolar das bactérias e restos de alimentos prevenindo assim a cárie dentária.
A primeira visita deve ser feita quando erupciona os primeiros dentes de leite ( mais ou menos aos 6 meses), por forma a orientar os pais nas técnicas de higiene oral e alimentares.
É muito importante manter os dentes de leite saudáveis pois deles depende:
uma boa mastigação, fala, estética, respiração e manutenção dos espaços interdentários para a dentição definitiva. Além de que um dente de leite cariado pode afetar a dentição definitiva e a saúde em geral.
Nasce por volta dos 6, 8 meses e a dentição fica completa por volta dos 2 anos e meio.
Aparece por volta dos 6 anos e nasce por detrás dos últimos dentes molares de leite ou seja não é necessário cair nenhum dente de leite para ele erupcionar.
Todo o organismo sente mudanças ao longo do processo de envelhecimento. Na boca salientam-se as seguintes alterações:
– As mucosas ficam mais sensíveis e finas;
– A coloração dos dentes podem mudar;
– Pode ocorrer a diminuição da quantidade de saliva, geralmente devido a efeitos colaterais de medicamentos provocando secura na boca (Xerostomia);
– Diminuição na perceção dos sabores o que pode levar ao alto consumo de temperos na alimentação e agravar problemas como diabetes e tensão alta.
Existem quatro categorias de idosos: os independentes, os parcialmente dependentes, os totalmente dependentes e os paliativos (pacientes onde a medicina já esgotou os seus recursos). Problemas como a hipertensão arterial, diabetes e doenças cardíacas são comuns nessa fase da vida e podem resultar em complicações sérias se não forem levadas em conta. Por isso mesmo, médicos e médicos dentistas devem manter um diálogo frequente, pois, em caso de cirurgia oral, o médico dentista deve comunicar com o médico assistente e informar-se sobre o estado geral de saúde do idoso.
A importância dos dentes vai além da mastigação, pois interfere na fonética. Além disso, a sociedade moderna não aceita o desdentado ou pessoas com a estética facial alterada por dentes mal cuidados ou ausentes.
A higienização diária e a visita regular ao médico dentista e/ou higienista oral (de 6/6 meses) são fatores decisivos na manutenção da saúde oral como um todo, evitando assim as doenças orais crónicas presentes no idoso: cáries de raiz, xerostomia (boca seca), atrição/abrasão (bruxismo), lesões da mucosa oral (candidíases, leucoplasias, etc.), cancro oral, doenças periodontais, entre outras.
A dieta também é de extrema importância e deve ser à base de carnes, frutas, verduras, legumes, cereais e fibras. Deve-se evitar o consumo de doces e refrigerantes.
O periodonto, (estruturas de suporte dos dentes), pode, com a idade degradar-se, mas não há uma correlação clínica positiva a não ser sob condições patológicas adversas tais como a presença de placa bacteriana, tártaro e trauma oclusal, por exemplo.
A função imune, que pode variar muito entre as pessoas de 3ª idade, sofre com o tempo de vida uma perda funcional que compromete, por exemplo, a resistência às infeções.
Outro aspeto geralmente observado no idoso é a halitose, muitas vezes citada nas consultas de higiene oral e de limpeza de prótese. Uma solução consiste em efetuar bochechos com clorohexidina. Se não forem observadas melhoras, devem-se encaminhar os idosos para o médico assistente para apurar causas esofágicas ou gastrointestinais.
O fato de não ter os dentes tratados, ou a ausência de Prótese Total ou de uma Prótese Parcial Removível adequada, aguça um sentido de mutilação que é caraterístico da idade avançada. Seja na família, no trabalho ou nos ambientes sociais, o idoso não deve ter restrições de sorrir, falar ou selecionar alimentos adequados à sua condição funcional de mastigação.
A moderna prática da Medicina Dentária comunga dos mesmos ideais da Medicina Geral ou seja tornar o idoso um ser feliz numa fase tão importante de sua vida, mantendo ou restabelecendo a vital integridade do sistema mastigatório e fonético.
A Ortopantomografia é a técnica de radiografia utilizada para obter numa única chapa a imagem das duas arcadas dentárias. Através desta técnica radiológica é obtidauma imagem geral panorâmica dos maxilares e dos dentes.
A área de implantologia tem evoluído bastante nestes últimos tempos, permitindo solucionar praticamente todos os casos em que existam espaços edêntulos. Existindo as condições de osso e tecido mole adequadas e uma posição correta dos implantes dentários, pode-se substituir as próteses removíveis por próteses sobre implantes.
Dependendo de cada situação clínica existem diversos meios para colocação de próteses provisórias durante o processo de osteointegração. Em momento algum ficará sem dentes. Cada vez mais existe uma aposta forte no que denomina a “carga imediata”; o paciente no dia da colocação dos implantes dentários coloca uma prótese provisória fixa.
Não. O número de implantes a colocar dependerá do diagnóstico do médico dentista. Em geral, o número de implantes varia entre 4 a 8 dispostos de acordo com o estudo que for efetuado.
As próteses removíveis inferiores são sempre de mais difícil adaptação. Se tiver osso suficiente pode, sem dúvida, colocar uma prótese sobre implantes apenas na mandíbula, mantendo a prótese removível superior. Na nossa clínica dentária fazemos esse trabalho com muita frequência.
A sua prótese sobre implantes deve ser tratada da mesma forma que os seus dentes naturais, o que implica uma boa higiene oral e visitas regulares ao dentista. É muito importante que não fume ou deixe de fumar durante o processo de colocação dos implantes.
Os implantes são colocados com anestesia local, sem necessidade de anestesia geral, sendo a cirurgia efetuada em ambiente estéril para prevenir as infeções. Regra geral, colocam-se os implantes sem incisão na gengiva e sem pontos.
Atualmente muito poucas razões impedem a colocação de implantes num paciente e como tal a reabilitação total através deste método. A pouca quantidade ou a má qualidade do osso é o maior problema que pode haver. No entanto, estes obstáculos conseguem ultrapassar-se com técnicas de aumento da quantidade de osso utilizando material sintético, bio-osso, técnica mais frequente de regeneração ou utilizando osso do próprio paciente (do queixo, da mandíbula ou da crista ilíaca). Se tem dúvidas apresente-nos o seu caso e faremos o respetivo estudo.
As estatísticas mostram que a colocação de implantes dentários tem um êxito de 98% no primeiro ano e de 90% nos primeiros 10 anos.
Colocam-se, anualmente, centenas de milhares de implantes em todo o mundo e estão aprovados por todas as autoridades sanitárias incluindo a FDA americana (Food and Drug Administration).
Se houver uma higiene adequada e se consultar o seu dentista regularmente, não terá problemas com os implantes. Existem muitos fatores que podem reduzir a vida dos implantes, como sejam a falta de higiene, causas genéticas e o aparecimento de outras doenças.
Os tratamentos dentários e, concretamente, os implantes não fazem parte do Serviço Nacional de Saúde. Relativamente aos seguros de saúde, deve consultar a sua seguradora e informar-se relativamente ao grau de cobertura e à possibilidade de escolha dos médicos dentistas.
Podemos ajudá-lo a encontrar uma solução para ultrapassar eventuais dificuldades orçamentais.
O tratamento é efetuado em consultório e, na grande maioria dos casos, com anestesia local.
Durante a intervenção não sentirá qualquer dor e, nas horas seguintes, as dores são facilmente controladas através do analgésico e do antibiótico que o médico dentista lhe receita. As dores costumam passar completamente ao fim de um período de 2 a 5 dias dependendo do paciente e do grau de intervenção.
A aceitação dos implantes dentários pelo corpo humano é completamente diferente dos outros casos como, por exemplo, os implantes das válvulas cardíacas. Nestes casos há que considerar outros fatores como sejam a compatibilidade dos tecidos, interação com fatores sanguíneos, etc. que, nos implantes dentários, não têm uma importância tão relevante. A adaptação do corpo humano aos implantes dentários baseia-se num processo chamado osteointegração em que o osso e o implante formam um todo.
A sua prótese sobre implantes deve ser tratada da mesma forma que os seus dentes naturais, o que implica uma boa higiene oral e visitas regulares ao dentista. É muito importante que não fume ou deixe de fumar durante o processo de colocação dos implantes.
Um implante dentário é um cilindro de titânio com superfície roscada que se coloca dentro do osso dos maxilares e que vai funcionar como se fosse a raíz dos nossos dentes.
Os implantes são colocados com anestesia local, sem necessidade de anestesia geral, sendo a cirurgia efetuada em ambiente estéril para prevenir as infeções. Regra geral, colocam-se os implantes sem incisão na gengiva e sem pontos.
Atualmente muito poucas razões impedem a colocação de implantes num paciente. A pouca quantidade ou a má qualidade do osso é o maior problema que pode haver. No entanto, estes obstáculos conseguem ultrapassar-se com técnicas de aumento da quantidade de osso utilizando material sintético, bio-osso, técnica mais frequente de regeneração ou utilizando osso do próprio paciente (do queixo, da mandíbula ou da crista ilíaca).Se tem dúvidas apresente-nos o seu caso e faremos o respetivo estudo.
As estatísticas mostram que a colocação de implantes dentários tem um êxito de 98% no primeiro ano e de 90% nos primeiros 10 anos.
Colocam-se, anualmente, centenas de milhares de implantes em todo o mundo e estão aprovados por todas as autoridades sanitárias incluindo a FDA americana (Food and Drug Administration).
Se houver uma higiene adequada e se consultar o seu dentista regularmente, não terá problemas com os implantes. Existem muitos fatores que podem reduzir a vida dos implantes, como sejam a falta de higiene, causas genéticas e o aparecimento de outras doenças.
Os tratamentos dentários e, concretamente, os implantes não fazem parte do Serviço Nacional de Saúde. Relativamente aos seguros de saúde, deve consultar a sua seguradora e informar-se relativamente ao grau de cobertura e à possibilidade de escolha dos médicos dentistas.
Podemos ajudá-lo a encontrar uma solução para ultrapassar eventuais dificuldades orçamentais.
Os implantes só são colocados após avaliação da situação clínica do paciente com recurso a exames complementares de diagnóstico. Em alguns casos a colocação das coroas pode fazer-se no mesmo tempo cirúrgico dos implantes. Caso este protocolo não se aplique a si, é necessário que se faça a osteointegração do implante o que demorará cerca de 2 meses e, de seguida, começará a fase de moldes para a prótese fixa estética. Entretanto, pode usar uma prótese provisória enquanto se dá a cicatrização do osso e da gengiva. O tempo total, desde a colocação dos implantes até à conclusão da prótese fixa pode ir de 5 a 8 meses, dependedo dos casos.
O tratamento é efetuado em consultório e, na grande maioria dos casos, com anestesia local. Durante a intervenção não sentirá qualquer dor e, nas horas seguintes, as dores são facilmente controladas através do analgésico e do antibiótico que o médico dentista lhe receita. As dores costumam passar completamente ao fim de um período de 2 a 5 dias dependendo do paciente e do grau de intervenção.
A aceitação dos implantes dentários pelo corpo humano é completamente diferente dos outros casos como, por exemplo, os implantes das válvulas cardíacas. Nestes casos há que considerar outros fatores como sejam a compatibilidade dos tecidos, interação com fatores sanguíneos, etc. que, nos implantes dentários, não têm uma importância tão relevante. A adaptação do corpo humano aos implantes dentários baseia-se num processo chamado osteointegração em que o osso e o implante formam um todo.
A sua coroa sobre implante deve ser tratada da mesma forma que os seus dentes naturais, o que implica uma boa higiene oral e visitas regulares ao dentista. É muito importante que não fume ou deixe de fumar durante o processo de colocação dos implantes.
Quando existe a ausência de vários dentes é muito provável que o seu dentista recomende uma ponte dentária. Existem muitos tipos diferentes de pontes dentárias disponíveis. No entanto, uma ponte dentária totalmente em cerâmica sobre implantes dentários é uma das melhores soluções para uma estética atraente e funcionamento ótimo. Uma ponte dentária sobre implantes dentários pode impedir:
– Que os dentes adjacentes mudem de posição para preencher o espaço;
– O maxilar recue, fazendo com que o seu rosto pareça prematuramente mais envelhecido porque também faltam as raízes dos dentes que estão ausentes;
– Um sorriso desagradável, se os dentes em falta se notarem ao sorrir.
À semelhança de um dente natural, um implante dentário fornece o suporte para uma ponte dentária. Uma ponte dentária totalmente em cerâmica sobre implantes dentários tem um aspeto e funcionamento muito semelhante ao dos dentes naturais.
Existe sempre a necessidade de avaliação por parte de um médico dentista credenciado no sentido de analisar e efetuar um adequado plano de tratamento. É preciso verificar cada caso “per si”. No entanto, uma ausência contínua de três dentes será o mínimo para a execução de uma ponte até ao limite da ausência total de dentes.
Os implantes são colocados com anestesia local, sem necessidade de anestesia geral, sendo a cirurgia efetuada em ambiente estéril para prevenir as infeções. Regra geral, colocam-se os implantes sem incisão na gengiva e sem pontos.
Atualmente muito poucas razões impedem a colocação de implantes num paciente. A pouca quantidade ou a má qualidade do osso é o maior problema que pode haver. No entanto, estes obstáculos conseguem ultrapassar-se com técnicas de aumento da quantidade de osso utilizando material sintético, bio-osso, técnica mais frequente de regeneração ou utilizando osso do próprio paciente (do queixo, da mandíbula ou da crista ilíaca). Se tem dúvidas apresente-nos o seu caso e faremos o respetivo estudo.
As estatísticas mostram que a colocação de implantes dentários tem um êxito de 98% no primeiro ano e de 90% nos primeiros 10 anos.
Colocam-se, anualmnte, centenas de milhares de implantes em todo o mundo e estão aprovados por todas as autoridades sanitárias incluindo a FDA americana (Food and Drug Administration).
Se houver uma higiene adequada e se consultar o seu dentista regularmente, não terá problemas com os implantes. Existem muitos fatores que podem reduzir a vida dos implantes, como sejam a falta de higiene, causas genéticas e o aparecimento de outras doenças.
Os tratamentos dentários e, concretamente, os implantes não fazem parte do Serviço Nacional de Saúde. Relativamente aos seguros de saúde, deve consultar a sua seguradora e informar-se relativamente ao grau de cobertura e à possibilidade de escolha dos médicos dentistas. Podemos ajudá-lo a encontrar uma solução para ultrapassar eventuais dificuldades orçamentais.
Os implantes só são colocados após avaliação da situação clínica do paciente com recurso a exames complementares de diagnóstico. Em alguns casos a colocação das coroas pode fazer-se no mesmo tempo cirúrgico dos implantes. Caso este protocolo não se aplique a si, é necessário que se faça a osteointegração do implante o que demorará cerca de 2 meses e, de seguida, começará a fase de moldes para a prótese fixa estética. Entretanto, pode usar uma prótese provisória enquanto se dá a cicatrização do osso e da gengiva. O tempo total, desde a colocação dos implantes até à conclusão da prótese fixa pode ir de 5 a 8 meses, dependedo dos casos.
O tratamento é efetuado em consultório e, na grande maioria dos casos, com anestesia local. Durante a intervenção não sentirá qualquer dor e, nas horas seguintes, as dores são facilmente controladas através do analgésico e do antibiótico que o médico dentista lhe receita. As dores costumam passar completamente ao fim de um período de 2 a 5 dias dependendo do paciente e do grau de intervenção.
A aceitação dos implantes dentários pelo corpo humano é completamente diferente dos outros casos como, por exemplo, os implantes das válvulas cardíacas. Nestes casos há que considerar outros fatores como sejam a compatibilidade dos tecidos, interação com fatores sanguíneos, etc. que, nos implantes dentários, não têm uma importância tão relevante. A adaptação do corpo humano aos implantes dentários baseia-se num processo chamado osteointegração em que o osso e o implante formam um todo.
A sua coroa sobre implante deve ser tratada da mesma forma que os seus dentes naturais, o que implica uma boa higiene oral e visitas regulares ao dentista. É muito importante que não fume ou deixe de fumar durante o processo de colocação dos implantes.
A área de implantologia tem evoluído bastante nestes últimos tempos, permitindo solucionar praticamente todos os casos em que existam espaços edêntulos. Existindo as condições de osso e tecido mole adequadas e uma posição correta dos implantes dentários, pode-se substituir as próteses removíveis por próteses sobre implantes.
Dependendo de cada situação clínica existem diversos meios para colocação de próteses provisórias durante o processo de osteointegração. Em momento algum ficará sem dentes. Cada vez mais existe uma aposta forte no que denomina a “carga imediata”; o paciente no dia da colocação dos implantes dentários coloca uma prótese provisória fixa.
Não. O número de implantes a colocar dependerá do diagnóstico do médico dentista. Em geral, o número de implantes varia entre 4 a 8 dispostos de acordo com o estudo que for efetuado.
As próteses removíveis inferiores são sempre de mais difícil adaptação. Se tiver osso suficiente pode, sem dúvida, colocar uma prótese sobre implantes apenas na mandíbula, mantendo a prótese removível superior. Na nossa clínica dentária fazemos esse trabalho com muita frequência.
A sua prótese sobre implantes deve ser tratada da mesma forma que os seus dentes naturais, o que implica uma boa higiene oral e visitas regulares ao dentista. É muito importante que não fume ou deixe de fumar durante o processo de colocação dos implantes.
Os implantes são colocados com anestesia local, sem necessidade de anestesia geral, sendo a cirurgia efetuada em ambiente estéril para prevenir as infeções. Regra geral, colocam-se os implantes sem incisão na gengiva e sem pontos.
Atualmente muito poucas razões impedem a colocação de implantes num paciente e como tal a reabilitação total através deste método. A pouca quantidade ou a má qualidade do osso é o maior problema que pode haver. No entanto, estes obstáculos conseguem ultrapassar-se com técnicas de aumento da quantidade de osso utilizando material sintético, bio-osso, técnica mais frequente de regeneração ou utilizando osso do próprio paciente (do queixo, da mandíbula ou da crista ilíaca). Se tem dúvidas apresente-nos o seu caso e faremos o respetivo estudo.
As estatísticas mostram que a colocação de implantes dentários tem um êxito de 98% no primeiro ano e de 90% nos primeiros 10 anos.
Colocam-se, anualmente, centenas de milhares de implantes em todo o mundo e estão aprovados por todas as autoridades sanitárias incluindo a FDA americana (Food and Drug Administration).
Se houver uma higiene adequada e se consultar o seu dentista regularmente, não terá problemas com os implantes. Existem muitos fatores que podem reduzir a vida dos implantes, como sejam a falta de higiene, causas genéticas e o aparecimento de outras doenças.
Os tratamentos dentários e, concretamente, os implantes não fazem parte do Serviço Nacional de Saúde. Relativamente aos seguros de saúde, deve consultar a sua seguradora e informar-se relativamente ao grau de cobertura e à possibilidade de escolha dos médicos dentistas.
Podemos ajudá-lo a encontrar uma solução para ultrapassar eventuais dificuldades orçamentais.
O tratamento é efetuado em consultório e, na grande maioria dos casos, com anestesia local.
Durante a intervenção não sentirá qualquer dor e, nas horas seguintes, as dores são facilmente controladas através do analgésico e do antibiótico que o médico dentista lhe receita. As dores costumam passar completamente ao fim de um período de 2 a 5 dias dependendo do paciente e do grau de intervenção.
A aceitação dos implantes dentários pelo corpo humano é completamente diferente dos outros casos como, por exemplo, os implantes das válvulas cardíacas. Nestes casos há que considerar outros fatores como sejam a compatibilidade dos tecidos, interação com fatores sanguíneos, etc. que, nos implantes dentários, não têm uma importância tão relevante. A adaptação do corpo humano aos implantes dentários baseia-se num processo chamado osteointegração em que o osso e o implante formam um todo.
A sua prótese sobre implantes deve ser tratada da mesma forma que os seus dentes naturais, o que implica uma boa higiene oral e visitas regulares ao dentista. É muito importante que não fume ou deixe de fumar durante o processo de colocação dos implantes.
A cárie dentária é uma doença oral provocada pela ação de determinadas bactérias que podem originar a destruição parcial ou total do dente. A presença dessas bactérias na boca, associada a uma alimentação inadequada e a uma higiene oral deficiente, facilita o aparecimento de cáries. Para prevenir o aparecimento de cáries deverá efetuar uma higiene oral diária correta e visitar o seu médico dentista/ higienista oral regularmente.
A Higiene oral é uma prática muito antiga e faz parte da construção e do reforço positivo da auto-imagem. As principais doenças e alterações orais provocadas por uma deficiente higiene oral são: a Cárie Dentária, a Gengivite, a Periodontite e a Halitose.
A Placa Bacteriana, responsável pelo aparecimento de variadas doenças relacionadas com a saúde oral, é constituída por micróbios (bactérias) e componentes da saliva que aderem fortemente aos dentes, condição que lhe permite resistir às forças de auto-limpeza fisiológica, relacionadas com os movimentos da língua e das bochechas.
Halitose, ou mau hálito, deriva do latim “halitus”, que significa hálito e do sufixo grego “osis”, que significa condição. A halitose pode tornar-se um problema preocupante por dificultar as relações interpessoais ou diminuir a auto-estima.
O primeiro passo para eliminar ou minorar a Halitose, passa por ter uma boa higiene oral, limpar a língua com a escova ou limpadores próprios e antes de dormir bochechar com elixires sem álcool.
Os portadores de prótese dentária, devem lavá-la sempre e após as refeições e mergulhá-la uma vez por semana em soluções desinfetantes.
Deve-se beber muita água durante o dia, principalmente se sentir a boca seca e sobretudo nesse caso, devem-se estimular as glândulas salivares com pastilhas elásticas e rebuçados sem açúcar, isto porque a saliva tem uma função de limpeza e proteção da boca.
É importante fazer uma alimentação rica em alimentos fibrosos, evitando os muito condimentados e com forte odor (cebola e alho) e estar muito tempo sem comer, pois a alimentação é a melhor forma de estimular as glândulas salivares.
O tabaco e o álcool são agentes a evitar, pois além de secarem a boca, são grandes promotores de halitose.
Se tem uma boa higiene oral e a halitose persiste, deve consultar o seu Médico Dentista e/ou Higienista Oral, pois só eles lhe poderão dizer se tem outros fatores causadores de halitose, tais como, Cárie Dentária, Gengivite, Periodontite, baixo fluxo salivar, excesso de placa bacteriana e tártaro.
Para prevenir as doenças orais deve:
1. Escovar os dentes depois das refeições principais e antes de dormir, com uma escova de dureza média ou macia e com um dentífrico com flúor, mantendo-o na boca pelo menos durante dois minutos;
2. Passar o fio dentário uma vez por dia;
3. Usar o flúor em elixires ou geles, pois tem um importante papel na prevenção da cárie dentária e da sensibilidade dentária;
4. Fazer uma alimentação saudável (evitando doces entre as refeições e consumindo alimentos com fibras);
5. Consultar o Médico Dentista e/ou Higienista Oral, duas vezes por ano.
Cerec significa “ceramic restoration” ou restauração cerâmica e é um sistema que permite efetuar o tratamento numa só sessão. Com o sistema Cerec, é possível numa única consulta obter a leitura óptica, produzir e cimentar uma restauração sem moldes de gesso e sem necessidade de recorrer a soluções provisórias.
No período de uma consulta normal, o paciente obtém uma restauração tradicional em cerâmica com excelentes resultados estéticos e duradoura.
As próteses removíveis podem ser parciais ou totais.
As parciais removíveis podem ser totalmente em acrílico ou têm uma parte metálica chamada esqueleto e destinam-se a substituir um ou mais dentes. Estas últimas são conhecidas como esqueléticas. As próteses esqueléticas ocupam um espaço menor da boca, devido à robustez da sua parte metálica. Usa ganchos nos dentes para se manter no lugar, dando mais estabilidade.
As próteses parciais removíveis em acrílico são as mais baratas e deveriam ser apenas temporárias. No entanto são as mais usadas por razões socioeconómicas. Este tipo de prótese é mantida na boca pelas retenções presentes nos dentes que ainda restam. Apoia-se nos tecidos moles e no caso de algumas esqueléticas também nos dentes naturais ainda presentes.
Pode usar as próteses totais removíveis, mais conhecidas por “dentaduras”; são normalmente em acrílico e destinam-se à substituição de todos os dentes.
Mantêm-se na boca pela ação conjunta de pequenas retenções da anatomia do que resta, da língua, dos músculos faciais e, no caso da prótese superior, ado efeito de vácuo entre a superfície interna da prótese e o palato (céu da boca).
Pode durar muitos anos, no entanto necessitam de uma visita anual ao dentista como os dentes naturais.
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